O amor é nissin miojo
Um dia para entender e explicar o que é o amor – no meu “módivista”, claro!
Já disse e repito: amor é coisa boa sim, mas é instantâneo, é passageiro. É grande e é pequeno.
Eu faria uma analogia do amor com o tal do [i]nissin miojo[/i]. Você vai lá, prepara por 3 minutinhos, põe o tempero pra dar gosto e consome. Pronto! Com um pacotezinho daqueles, seja o temperinho que for, você já se sente tão cheio daquele sabor que para voltar a experimentá-lo, só daqui a um mês.
É igualzinho ao amor, meus caros. Você vai lá, conhece, conversa, dá gosto à relação, consome, é consumido. Pronto! Já se encheu tanto da pessoa que só vai querer voltar a vê-la daqui a uns dias. Bom, pelo menos comigo tem sido assim de uns tempos pra cá.
Daí, dia desses, encontrei um cara que pensa igual a mim! E ele disse: “eu te amo mais que ele”. E até tive capacidade de responder: “É, o amor é algo tão instantâneo, né!? Eu também te amo hoje, e amo muito mais que ele”. Rá-rá; Pude finalmente dizer a alguém que eu o amo sem ter medo da reação que o cara poderia ter. Não tive reação alguma ao ouvir ele falar, mas foi engraçado. E amei, cara!
(Por cerca de 15 minutos, mas amei).
E como nunca amei ninguém, é fato!
E a tal metodologia de que “eterno” é “enquanto dura”, valeu! Foi exatamente igual. E foi eterno e efêmero e singelo, praticamente nada comparado às boas coisas que vivi neste mesmo dia. É tudo uma questão de. De sei lá o quê. De pensar e agir conforme insiste a vida, dançar do modo que sugere a música. Ser sarah, ser priscila. Ser gigante, ser pequena. Apenas viver, com sorrisos nos lábios de dar inveja a quem acha que a vida se resume a dois, quando na verdade ela é um mundo. A vida é um céu inteirinho cheio de estrelas e não só formado por uma lua pequena.
E eu amo ainda que instantaneamente.
Bah, eu quero é ser feliz, confetes e serpentinas, sorrisos até o fim. Do amor, da dor ou de qualquer coisa que seja. Rá!
Até próxima, abigas,
Saráh yva.